Goiânia teve a manhã dessa quinta-feira tumultuada com a notícia da morte de um dos mais bem sucedidos empresários de Goiás, que por muitos anos foi o proprietário de uma das maiores indústrias da indústria farmacêutica do mundo. A hipótese mais provável é de suicídio. Não quero nem citar nome (até porque a grande maioria sabe quem é), mas só refletir um pouco.
Parece que muito dinheiro na maioria das vezes não vem acompanhado de felicidade. No começo pode aparentar, mas logo se paga um preço muito alto, quando se prioriza o que era inviável tempos antes. Até porque quanto mais alto se chega, mais trágico pode ser o tombo. Mas não é bem por aí que quero enfatizar, o mais perplexo em tudo isso, e pensar em como se chega a uma situação extrema de tirar a própria vida.
O que se passa na cabeça de uma pessoa que comete suicídio? Ela não tem gente o suficiente para amar e ser amada? Será que passa o famoso "filme na" da pessoa? Mas se passa esse filme, nele não tem cenas boas o suficiente para se repensar a intenção de dar fim à própria vida?
Infelizmente conheci diversas pessoas que chegaram ao fim por vontade própria, a maioria jovens, talentosos, com muitos amigos (ou não), e com muito o que contribuir,
um guitarrista exímio que acabara de se formar em música na UFG e atirou-se de uma ponte no Setor Novo Horizonte em Goiânia, um jovem que tinha ótimo trabalho com os surdos, e com teatro e se jogou de um edifício comercial no centro da cidade, só pra citar dois, e não ficar mais complexo com isso tudo.
Deus nos deu a vida de presente, nela temos esse mundo para habitar, usufruir de tantas coisas boas, mas um coração triste, a falta de esperança, de perspectiva de vida, pode ser o caminho para uma atitude sem volta.
Blog do Paullo Di Castro
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Ele fará falta!

Me pegou de surpresa, assim como para todos os fãs, a notícia da saída do batera Mike Portnoy, após 25 anos, da banda em que fundou e fez história no rock progressivo mundial, o Dream Theater. O cara cuidava de todos os processos da banda, era visível a influência que ele exercia no resultado final, assim como o guitarrista John Petrucci.
Mike influencia em todos esses anos uma legião de bateristas, ávidos por verem a fera sentar no seu mostruoso kit (que são 2 ou 3 em um), e tocar os longos temas da banda, cheios de virtuosismo, pegada forte, velocidade, e muito rock'n roll!
Em nota no seu Facebook, o batera disse: “Vou escrever algo que eu nunca imaginei que escreveria: depois de 25 anos, decidi deixar o Dream Theater, a banda que eu fundei, liderei e amei por um quarto de século”, em seguida justificou que queria dar um hiato na banda, depois de todos esses anos precisava recarregar as baterias por um tempo tocando outros projetos, como o Avenged Sevenfold (que ele defendeu que não foi o motivo da saída. Como os outros integrantes não concordaram com essa pausa, o resultado foi a saída inesperada de Pornoy.
Músicas como Instrument Medley, Metropolis, As I am, Overture e tantas outras marcaram época com as baquetas desse gênio. É muito difícil pensar em substituto para Mike, o que ele fez ninguém fará, parece que a banda perde o sentido sem sua presença, mas fazer o quê? É parte do showbizz, integrantes, sendo fundadores ou não, líderes ou coadjunvantes sempre vem e vão. Resta esperar que Portnoy de um lado e o Dream Theater do outro continuem fazendo o que sempre fizeram de melhor juntos: Música de alto nível.
sábado, 4 de setembro de 2010
S.O.S Cerrado!

Minha ausência no meu blog que tanto gosto me deixa triste, mas infelizmente passamos por momentos que não podemos controlar o tempo dando espaço para as coisas que gostamos. Mas bem ou mal, vamos escrevendo quando sobrar um tempinho.
Das coisas que andam tem me deixado bastante preocupado, o clima seco agravante que tem passado o nosso bioma é alarmante. Focos de queimada aumentando cada dia mais, o cerrado já está mais devastado que a Floresta Amazônica, quando viajo vejo tanto verde virando pó, é triste, muito triste.
De lembrar as riquezas de nossa terra, nosso verde esperança que agrange recantos fantásticos como a Chapada dos Veadeiros, o Pico dos Pirineus, o Salto Corumbá, o Parque Nacional das Emas, que dia após dia se transformam em áreas consumidas pelo fogo cruel que sufoca o nosso ar e acaba com a pureza do ar e das visões que outrora podíamos contemplar.
Um cidadão (sem civilidade) que tem uma atitude de jogar uma bitoca de cigarro em cima de uma vegetação, é um elemento da pior espécie. Jogar latas, tantos elementos que podem super-aquecer e provocar um fogo que consome a nossa fauna e flora de maneira implacável é um desserviço para o meio ambiente e todos nós.
Nosso cerrado não é mais o mesmo, até dentro da cidade, uma árvore que existe antes de Goiânia, a formosa gameleira que fica na Av. Paranaíba, está sendo sacrificada, graças à vândalos que atearam fogo nela. Isso mexe com a gente, que cresceu vendo aquela árvore ocupar toda uma calçada e invadir a rua (na verdade, a rua que invadiu o espaço dela). Dói só de passar no local e ver um isolamento da prefeitura e uma operação para derrubá-la.
Muitas ações de mudas plantadas são feitas para compensar emissão de gases poluentes, mas junto a poluição temos o desmatamento, as queimadas, as mortes dos animais, o esgoto acabando com os mananciais de água. Problemas nessa área não faltam.
Caminhamos para um estado de desertificação do cerrado, o clima quente atual, mais a baixa humildade do ar dá mais ainda essa impressão. A Mata Atlântica quase não existe mais. E o cerrado pode tomar o mesmo caminho.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Procura-se irmãos gêmeos em todo o Brasil!

Segue a nota de um assunto bem interessante, que nunca me provocou grande curiosidade, até porque tenho pouco contato com gêmeos, alguns que são mais próximos, por não serem univitelinos, me fazem na maioria do tempo esquecer que são gêmeos, na minha família não tem nenhum caso. Mas com certeza é um assunto interessante, até porque trata-se da realidade de uma boa parcela da população. Vale ficar um pouco mais curioso com o tema:
Jemima Pompeu é uma paulistana de 41 anos com um relacionamento gemelar incomum. E foi pensando nele que criou um blog para reunir histórias de gêmeos contadas por eles próprios ou por seus familiares. Em Vizinhos de Útero você encontra relatos de gêmeos adultos, depoimentos de pais, artigos relacionados, curiosidades e fotos de gêmeos famosos. Se você é gêmeo ou tem filhos gêmeos, acesse o blog e tenha sua história postada também!
http://www.vizinhosdeutero.blogspot.com
E-mail: vizinhosdeutero@gmail.com
twitter: @vizinhosdeutero
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O Primeiro Passo de muitos
Escutamos muitas vezes ao longo da vida que precisamos, antes de morrer, de realizar três coisas essenciais para deixar um legado positivo nesse planeta: fazer filho(s), escrever um livro e plantar uma árvore. O último realmente é o mais fácil, já o fiz mais de uma vez, e quero fazer mais. Livro já poderia ter feito, tenho alvos de fechar um livro do meu pai, "Pedaços de Vida", e depois partir para os meus, quem sabe algum com o título "Feira de Assuntos"? Já filhos, com certeza também quero, em um futuro não previsível no momento.
Outras coisas podem entrar nesse rol de legados essenciais. Uma delas são as manifestações artísticas. Para os músicos, gravar um CD, ou registrar um trabalho próprio, feito com garra, o dinheiro do próprio bolso, principalmente, são elementos de maior autoria, e de eternizar uma obra para sempre. Passei por essa experiência, e com muita alegria estamos colhemos os frutos dela.
Como muitos sabem, sou baterista, toco em uma banda de rock cristã chamada S142. Um ano atrás, começávamos o processo que resultaria na gravação do CD de nome Primeiro Passo. Depois de dois, e agora três anos de banda, sentimos que era o momento de provar a nossa maturidade musical, mesmo sem ninguém ser profissional, corremos atrás da excelência dentro de nossas limitações, e buscando fazer uma gravação com profissionalismo, a começar do local em que a faríamos.
Escolhemos a gravadora Vida, de Goiânia, que grava diversos artistas cristãos e em espacial sertanejos, como Falcão e Josué e Zé Marco e Adrianno. O segmento não batia, mas nas mãos do produtor Davi França, que é guitarrista e de escola do rock'n roll, estávamos em ótimas mãos. E assim gravamos 11 canções nossas, com todos da banda empenhados em colocar o seu instrumento, e ser lapidado pelo profissionalismo do nosso produtor.
Depois de muita luta, estava pronto o trabalho, e nada melhor que um evento digno para apresentá-lo, o famoso "lançamento de CD". Mesmo sendo uma mídia em decadência, o Compact Disc ainda é um ótimo cartão de visita. E atinge públicos que a internet ainda não "fisgou", mesmo essa sendo o melhor e mais democrático espaço de divulgação. Enfim, investimos nesse evento, e não nos arrependemos.
Escolhemos como palco um lugar que marcou a infância e adolescência de metade da banda: O Instituto Presbiteriano de Educação, com um ginásio novo, que contava com um palco espaçoso, foi o pontapé para agregarmos uma estrutura de som, luz, alimentação e claro, muito som! Convocamos amigos, familiares e quem aprecia o nosso som para juntos comemorarmos essa vitória, e foi para nós um momento para ficar pra sempre em nossas melhores lembranças. Foram quase duas horas de som, de uma galera contagiante, e de uma satisfação e gratidão à Deus impagáveis.
É com prazer que divido esse momento com meus amigos Flecha, Rodrigo, Vinícius, Arthur, JP e nossos convidado mais que especiais Juba e Dani. Foi o Primeiro Passo de muitos, eu espero, queremos mais "filhos", "livros" e "árvores", embalada por nossas canções e caminhada de amizade, lutas e de buscar levar uma mensagem de paz e fé em nosso Deus.
Ps: Essa semana, estamos em fase decisiva de um concurso bem bacana, que levará a banda vencedora a tocar um fim de semana no Rio de Janeiro, peço seu voto na S142, segue a enquete abaixo, ou no site www.radiotribal.com
Vote quantas vezes puder!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Vamos rir do quê?
A lei eleitoral, dos últimos pleitos pra cá evoluiu em vários sentidos, e infelizmente regrediu em outros. Na internet, prudentemente, não tentou impor nenhuma restrição mais séria, o que seria uma guerra inútil, como o mundo virtual já se mostrou incontrolável em seus diversos conteúdos, não dava para agora tentar restringir o uso eleitoral, em especial nas redes sociais.
Mas, para dar uma bola fora, o TSE apela para podar o humor segmentado na política. Depois de programas como o CQC expor a individualidade, e colocar em pauta o comportamento dos políticos, como nunca havia feito antes, levando muito mais consciência para o eleitor, os poderosos, incomodados com as quedas de máscaras, mexeram os pauzinhos e conseguiram um mimo: de ficarem livres de quem nos leva alegria durante as eleições.
A resolução do Tribunal diz: As emissoras estariam proibidas, em sua programação normal, de “usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem, ridicularizem candidato, partido político ou coligação, bem como produzir ou veicular programa com esse efeito”. E sendo o humor um instrumento tão didático, claro aquele que trás diversão, reflexão e nos faz pensar de ângulos diferentes, será que acham que a sátira de um candidato o faz perder votos, e mais, as próprias presepadas deles não podem ser reveladas, e de uma forma divertida e saudável?
No rádio e TV, os veículos atingidos por essa determinação, já é obrigatório o horário eleitoral, lá todos os candidatos tem o seu espaço garantido, com as limitações que a lei rege, se lá eles podem falar tudo o que pensam, as propostas para sua gestão, porque uma contrapartida, feita com humor para aliviar a tensão do momento, não pode ter vez nesse espaço democrático? A propaganda política é enfadonha para uns, e relevante para outros, mas com certeza fica mais interessante quando podemos nos descontrair com os representantes que precisamos escolher para mandar em nossa cidade, estado e país.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Um vice relevante

Nessa terça-feira o Programa do Jô, como acontece de tempos em tempos, brindou os telespectadores com uma entrevista de 3 blocos com o vice-presidente da República, onde muitas histórias foram reviradas, e mostrou um lado ainda mais humano de José Alencar, além da sensibilidade causada pela luta constante dele pela saúde.
A história de vida bate com a de políticos e empresários bem sucedidos, e admirados, principalmente por vir de origem humilde, ou de classe média, de construir com sucesso uma vida empresarial e tendo uma carreira política sem maior turbulência, o que é lucro hoje em dia.
Muitas vezes nos perguntamos para que serve um vice, de que vale um cargo que não executa, não legisla, não aparece tanto na mídia? Penso que uma figura como a de José Alencar, com uma bagagem de sucesso, e tanta experiência de vida, como gestor e político, é um vice ideal, se for levado em conta como um conselheiro, um articulador, com participação efetiva de bastidores, é uma posição muito relevante.
Com o número de viagens exorbitante do presidente Lula, segundo José Alencar, ele assumiu o país por 500 dias em sete anos e meio. Muitas vezes, em um hospital enfrentando tratamento contra o câncer. Não era uma estabilidade boa, mas com certeza relevante.
Sobre o processo de paternidade, corria em segredo de justiça, e Alencar pediu para o mesmo ser quebrado, ele prometeu uma coletiva para explicar o caso, o caso já surgiu em 1998, quando era candidato ao senado por Minas. Ele afirmou que a única mulher que realmente namorou, e é a que é casado a 53 anos. Ele disse que não há indício de alguém que o tenha visto junto com a mulher da ação.
Pareceu bem tranquilo, disse que não irá recuar, se a mulher de 55 anos for sua filha, disse que a reconhece. Mas a postura foi de negar-se a fazer o exame, do qual disse: "não é 100% seguro." Terminou com a pérola: "Só falta todos que foram à zona um dia precisarem de se submeter a um DNA."
terça-feira, 27 de julho de 2010
SOS Futebol Goiano
O pós Copa do Mundo para os times de Goiás está pior que a encomenda. É alarmante a situação das três principais forças do futebol goiano. Terminamos o ano passado esperançosos ao ver pela primeira vez desde a divisão de séries, dois times na elite do futebol brasileiro. O Vila teve muitas chances de se juntar ao Goiás, chegou perto várias vezes, mas não foi capaz de honrar a torcida que tem. O Atlético manteve a base, passou na frente e fez por merecer, até começar a disputa.
Entra 2010 e tivemos um estadual fraco, com os times cercados de problemas, de racha no elenco, e principalmente, choques na gestões. As diretorias mostrando total despreparo para serem times grandes.
No Vila Nova a situação é a mais crítica. No momento não existe técnico, nem auxiliar, o time ocupa a zona do rebaixamento para a série C, mais de 50 jogadores foram contratados, e nenhum corresponde em campo. Na diretoria, troca de presidentes, os dois que mais seguraram as pontas nos últimos anos sendo limados do cargo, e um grupo que quer assumir, não resolve nada, falta dinheiro, falta prestígio, falta um time pra competir. O furo da barca é grande.
No Atlético, a base formada dos últimos anos já não é a mesma, ao menos valores que se destacaram antes não brilham mais da mesma forma. O presidente que outrora investiu no time, se vê às voltas com problemas judiciais, ligados à sua vida empresarial e política, e para piorar tudo, a lanterna do Brasileirão, e o retorno quase certo à série B.
Deixando por último o meu time, é o mais difícil de se analisar, temos a melhor estrutura daqui, os maiores títulos, um ex-técnico de Seleção Brasileira, mas mesmo assim, brigando para não brigar pela permanência na série A. A diretoria é de pouca ação, e sofre para se impor com representatividade perante os maiores. A montagem do time também não ajuda. O temperamento de alguns atletas muito menos.
O torcedor goiano sofre com seus representantes, luta para levantar o bairrismo, concorrendo com times muito mais estruturados do eixo Rio-São Paulo. É cada vez mais difícil convencer um goiano acostumado ao conforto da televisão, e aos triunfos dos grandes times, torcerem para só para algum daqui, ir ao estádio e incentivar, mas incentivar o quê?
Ou os times daqui tomam uma atitude de mais profissionalismo, parcerias viáveis para se montar bons elencos, ou continuaremos a ser saco de pancadas nacional. Como se não bastasse perder a sede da Copa de 2014 até para cidades sem futebol nenhum.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Julgamento prévio
Quantas vezes você ouviu falar no goleiro Bruno nas duas últimas semanas? E nada falando de seu ofício original, apenas de crime, cumplicidade, ocultação de cadáver, violência extrema. Pois é, também não sei, e como saber se esse nome é repetido de maneira incessante por quase todos os veículos de comunicação? Como se pode ignorar-se aquilo que a mídia adota de temática a ser explorada até a última gota que a fruta espremida pode fazer pingar?
A gravidade do caso não é apenas as inúmeras versões que possam ter culminado na possível morte de Elisa, ex-amante do jogador. A relação conturbada com mulheres, com a fama, com "amigos" como Macarrão, com as declarações anteriores, e o desaparecimento e testemunhos do que aconteceu naquele sítio em Minas Gerais. e depois de tudo isso, as piadinhas infames com o caso, como se o humor fosse ingrediente sadio para uma situação desse porte.
O maior erro da imprensa, e conseqüentemente da sociedade: O pré-julgamento. Como chamar Bruno de assassino? Alguém tem alguma prova concreta dele matando Elisa, mandando fazer isso, ou sendo o mentor intelectual de um "plano infalível" no nível dos quadrinhos do Cebolinha? Então como acusá-lo daquilo que ainda não foi apreciado pela justiça brasileira, que é quem tem competência para isso?
Deixo esses questionamentos, para desabafar sobre quem sempre bate na mesma tecla ao se lançar um caso que tenha potencial para uma comoção nacional. Agenda Setting realmente "pega" aqui no Brasil, e não combina com um jornalismo responsável, que checa as informações, ouve pluralidade de lados e informa sem interesse prioritário à questão comercial. É insuportável ver uma Isabella Nardoni diferente a cada época. Um mocinho e um bandido que já entram em cena com um roteiro pronto, e só desempenharão o papel pré-determinado. Fazer juízo para si todos fazemos, mas para os outros, não é de nossa competência, a não ser para assumir um cargo que concede esse direito em lei, embasado na decisão de um colegiado.
Será que a imprensa não aprendeu com o caso da Escola Base? Quantas famílias mais serão destruídas e expostas em fúteis programas de TV vespertinos? E aquela gravação do Fantástico, com um foco perfeito em Bruno, e ele projetando a boca diversos vezes para o rumo da câmera. Como aquele material foi parar exclusivamente nas mãos da poderosa?
Meu palpite, talvez por lavagem cerebral, é que Bruno é culpado, mas não estou à frente desse caso (graças à Deus)! Então, aguardo o julgamento, para aí sim, ressaltar o embrólio em que Bruno se meteu, de como jogou na lixeira sua carreira profissional, e as variáveis que aparecerem antes da certeza de uma culpa.
terça-feira, 13 de julho de 2010
13 de julho: Dia do rock!
Um dia dedicado ao rock é inspirador, você acompanhar por diversos veículos vários momentos, vertentes e pérolas desse ritmo que é o de maior alcance global e de maior contágio a quem dele se agrada. Principalmente por fazer um resgate a vários momentos em que se dá orgulho de um dia terem inventado de se juntar guitarra, baixo, bateria e uma voz potente, tudo em alto volume!
Desde pioneiros como Little Richard, Elvis Presley, The Beatles, Rolling Stones, passando por The Who, Led Zeppelin, Pink Floyd, Smiths, The Cure, Iron Maiden, Ramones, U2 e os mais atuais Nirvana, Oasis, Blur, Red Hot Chilli Peapers, e muitos e muitos outros.
A rebeldia, o comportamento de contestação, o visual ora sombrio, ora elegante, ora rasgado, tudo isso dita as gerações que cresceram ouvindo essas bandas. Mais que curtir um som, os músicos se tornam referências de vida, com lema de sexo, drogas e rock'n roll, essas referência não são exatamente positivas. A geração de Woodstock não deixou um legado verdadeiro. Muito do que se fala do maior festival de todos os tempos é mito. Uma tremenda desordem e falta de estrutura não foram compatíveis com as atrações presentes. E o público que foi, sequer viu alguma coisa nos palcos.
No Brasil a coisa não é diferente, tomando espaço ao lado do samba, o rock nacional marcou épocas, e nos brindou com grandes poetas transvestidos de cantores. Todos os estados, do Rio Grande do Sul ao Acre produz suas versões abrasileiradas do gênero. A cena independente, a democratização da internet, fazem qualquer garagem virar vitrine, e quando levado com seriedade e profissionalismo, ultrapassar as barreiras virtuais e cair na estrada.
O rock pode ter suas crises, e passar por modismo, por deturpação adolescente, mas sempre vai ser o bom e velho rock'n roll, usado para tudo e para todos, sem distinção de raça, classe social, cultura ou religião. E viva o rock!
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