Blog do Paullo Di Castro
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
WikiLeaks
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Derrotas
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Depois da tempestade, a bonança

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Brasileirão
sábado, 4 de dezembro de 2010
Se não pode, Ipod, se pode, Ipad!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Novas sedes dos mundiais
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Meio caminho andado

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Manifesto
Poucas semanas atrás, uma manifestação escrita do pastor Augustus Nicodemos, chanceler na Universidade Presbiteriana Mackenzie, publicada e repassada com intensidade na web, causou grande rebuliço em toda a sociedade brasileira, fator motivado por uma classe que se sentiu ofendida na opinião da carta aberta de Nicodemos, que mostrava simplesmente o posicionamento do mesmo, compartilhado em geral pela Igreja Presbiteriana do Brasil.
A PLC 122/06, em votação no Congresso Nacional, se denomina como lei anti-homofobia, e propõe punições à toda manifestação contrária ao homossexualismo. De uns anos pra cá, cada vez mais somos pautados por discussões em relação ao preconceito, mas como separar a barreira da discriminação com a da opinião contrária ao comportamento homossexual? Um desafio imenso para a nossa sociedade.
A opinião expressa na carta,leva como embasamento a Bíblia Sagrada. O documento mais antigo, vendido, lido e respeitado do mundo, nela há posições claras contra o comportamento do homossexualismo, não contra a pessoa homossexual. E por todos esses anos igreja a coloca como regra de fé e prática, como poderia agora, em um país democrático, ser obrigada a não se posicionar sobre a questão, tendo garantido na própria Constituição Federal o direito livre ao culto?
As represálias contra a Universidade, feitas por grupos ligados à causa em questão, mostram o perigo de se tocar nessa ferida. E da falta de tato de alguns segmentos da chamada luta pela diversidade. Manifesto com indicativo de violência usa de mesmos artifícios que já sofreram historicamente os idealistas dessa classe.
Quero com isso salientar que o direito a opinião não pode ser renegado a uma mudança pós-moderna que exigiria aceitação imposta a algo que mesmo existindo desde os primeiros tempos da humanidade, nunca foi um padrão comum de formação de família e de comportamento social. Ver um relacionamento homossexual explícito publicamente ainda vai de confronto à maioria das pessoas, e isso não vai ser mudado com uma lei.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Pacaembuzaço

quarta-feira, 10 de novembro de 2010
ENEM: Nossa Educação precisa dele!
Não fiz o ENEM, na minha época parecia de pouca importância, ele já até servia de nota pra entrar em algumas faculdades, as quais não me interessavam. Como era optativo, os estudantes sem muito afinco acadêmico não iam atrás de gastar uma tarde (olha que era só uma) reproduzindo seus conhecimentos de forma não convencional . Se fosse obrigatório era outra história, mas imagina se hoje fosse opcional, já com as confusões que aconteceram nas últimas edições.
Mesmo pulando essa etapa, e com os problemas que o exame teve, ainda vejo que é fundamental se fortalecer o ENEM e se mudar de uma vez as formas de verificação de conteúdo dos estudantes. O decoreba não é mais coerente há muito tempo, com tanta informação chegando nas jovens mentes em formação, brigar pra enfiar conteúdos rígidos não acompanha o processo de compreensão necessário para o raciocínio abrangente que os dias de hoje exige.
Claro que nosso ensino no Brasil ainda de ter estruturas adequadas para servir bem aos alunos, porém, para remediar o que já não se pode prevenir, estimular as crianças desde cedo a serem críticas e flexíveis em diversas correntes de conhecimento é mais válido que a velha tabuada decorada e as inúmeras nomenclaturas, que só viram nomes sem importância em um futuro próximo.
Tanto ano passado como nesse ano, os problemas foram técnicos, erros na elaboração que comprometeram o resultado de um modelo se consolida, e de métodos que podem ser considerados defasados na educação atual. Foram passos atrás dados para uma importante transição entre o tradicional e o moderno jeito de se avaliar e formar um cidadão.
Mais que piadinhas de trocadilho ENEM/ANEM, precisamos pautar a discussão da reforma educacional, de investimentos que não sejam promessas absurdas de campanha como dar um netbook para cada aluno de escola pública, se não melhorar o ambiente de estudo e a bagagem de conhecimento, continuaremos a ter profissionais com déficit profundo em sua formação, preparados para apenas reproduzirem o que outrora decoraram, e não analisarem com perspectiva ampla as vertentes necessárias para um pensamento moderno e embasado.